
Abre-se a porta das discordâncias...
Deslumbro uma mulher de roupa púrpura,
Rasgada como sua falta de vergonha...
Destila de sua boca o fel do limbo...
Nas suas mãos segura um chicote.
De maledicências ...
Tem sobre a cabeça um elmo de despeito.
Pobre mulher...joga, mente e subjuga ,
Nem percebe que atrás de mim está a luz da advertência...
Ela te faz ficar envergonhada...
Oh...pobre mulher, que vem, vai e se envergonha
Deslumbro uma mulher de roupa púrpura,
Rasgada como sua falta de vergonha...
Destila de sua boca o fel do limbo...
Nas suas mãos segura um chicote.
De maledicências ...
Tem sobre a cabeça um elmo de despeito.
Pobre mulher...joga, mente e subjuga ,
Nem percebe que atrás de mim está a luz da advertência...
Ela te faz ficar envergonhada...
Oh...pobre mulher, que vem, vai e se envergonha
[marilda amaral]
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